Lua
Despina
Despina é uma pequena lua irregular de Netuno, descoberta em 1989 em imagens da Voyager 2. Tem cerca de 148 km de uma extremidade à outra, orbita em oito horas e encontra-se no tênue sistema de anéis do planeta.
Descrição
Identidade e classificação
Despina é identificada no registro fornecido como um corpo celeste do subtipo lua, com o identificador oficial MOON-ATLAS-NEPTUNE-DESPINA. As evidências da NASA descrevem-na de modo consistente como uma pequena lua de Netuno. Uma das fontes situa-a explicitamente dentro do tênue sistema de anéis netuniano; assim, os anéis fazem parte essencial de seu ambiente imediato, e não apenas de um cenário separado. As fontes disponíveis não apresentam designação alternativa, etimologia ou classificação dinâmica mais detalhada. Também não fornecem um identificador oficial para o corpo planetário que a contém, Netuno; portanto, nenhum deve ser inferido ou acrescentado.
A caracterização visual é limitada, mas relevante. A NASA chama Despina de corpo de forma irregular. Isso indica que sua aparência observada não é apresentada como uma figura simples ou perfeitamente arredondada. As evidências não quantificam seus eixos, não informam quais regiões da superfície produzem o contorno irregular e não oferecem um modelo tridimensional. A irregularidade deve, portanto, ser entendida como uma descrição observacional baseada nas imagens disponíveis, e não como uma reconstrução completa da forma, do interior ou da história mecânica da lua.
Descoberta e observação
Despina foi descoberta em 1989 em imagens obtidas pela espaçonave Voyager 2 durante seu encontro com Netuno. Esta é a base observacional explicitamente indicada para sua identificação moderna no material fornecido. Um relato histórico da NASA também afirma que, no início de agosto durante aquela exploração, a Voyager 2 havia descoberto outras três pequenas luas que orbitavam mais perto de Netuno do que Proteu: Despina, Galateia e Larissa. Essa informação situa a descoberta em uma campanha de imageamento por espaçonave durante um sobrevoo, e não em uma observação terrestre ou em uma detecção dinâmica indireta.
Neste conjunto de evidências, as imagens da Voyager 2 sustentam diretamente tanto a descoberta quanto as descrições da pequena escala e da aparência irregular de Despina. A NASA também apresenta composições de imagens do Hubble em comprimentos de onda do metano, nos quais exposições longas podem revelar algumas das luas menores de Netuno; em uma dessas composições, Despina é identificada ao lado de Proteu, Larissa e Galateia. Isso estabelece que ela é reconhecível nesse contexto observacional. O material fornecido, contudo, não especifica datas das imagens, resolução, outros filtros, geometria de observação ou quais propriedades físicas particulares foram derivadas dos dados.
Tamanho, estrutura e composição
O único valor dimensional explícito é que Despina mede 148 quilômetros de uma extremidade à outra. Essa formulação fornece uma extensão característica ou aparente, mas não declara se o número é um diâmetro equivalente, o eixo mais longo, uma média de diversas dimensões ou uma medida vinculada a uma geometria de observação específica. Portanto, ele não pode ser convertido com segurança em raio, volume ou área de superfície. A descrição de diminuta usada pela NASA é compatível com essa escala, mas não acrescenta outra propriedade física quantificada de forma independente.
Não são fornecidos massa, densidade, gravidade superficial, albedo, temperatura, cor, porosidade ou composição. Não há evidência aqui de minerais específicos, gelos, compostos escuros ou outros materiais. Sua localização no sistema de anéis de Netuno não demonstra que Despina compartilhe a composição dos anéis, forneça material aos anéis, confine um anel ou perturbe partículas de uma forma determinada. As evidências tampouco descrevem crateras, fraturas, escarpas, planícies, camadas, atividade geológica ou diferenciação interna. Qualquer explicação de sua geologia ou estrutura interna além desses limites ultrapassaria os dados disponíveis.
Órbita, rotação e ambiente
A NASA informa que Despina circunda Netuno a cada oito horas. A mesma fonte diz que ela se move na mesma direção que a rotação do próprio Netuno. Essas afirmações fornecem um período orbital aproximado e o sentido relativo do movimento orbital. Não são dados semieixo maior, excentricidade, inclinação, distância ao centro de Netuno, altitude sobre as nuvens, velocidade orbital ou incertezas. Assim, a órbita não pode ser expressa por um conjunto numérico mais completo de elementos orbitais apenas com essas evidências.
Sua posição dentro do tênue sistema de anéis é central para a descrição ambiental, mas as evidências fornecidas não nomeiam um anel específico nem localizam Despina com precisão em relação a bordas de anéis, arcos ou populações de partículas. Elas não documentam ressonâncias, efeitos de lua pastora ou interações medidas com outras luas. O relato da Voyager 2 permite apenas afirmar que Despina foi uma das três pequenas luas encontradas mais perto de Netuno do que Proteu. Não estabelece uma ordem exata ou separações entre essas luas.
Rotação, atmosfera e questões abertas
A direção informada pela NASA diz respeito ao movimento orbital de Despina, e não a um estado de rotação medido da própria lua. Não é fornecido período de rotação, e não há informação que permita estabelecer rotação síncrona. Do mesmo modo, o registro não apresenta dados sobre atmosfera, exosfera, campo magnético, emissões de partículas ou variabilidade temporal. A ausência dessas informações neste conjunto não é prova de que tais fenômenos estejam fisicamente ausentes; ela define os limites do que esta ficha pode afirmar.
A relevância científica documentada de Despina está em ser uma pequena lua irregular inserida no sistema de anéis de Netuno e descoberta durante o encontro historicamente importante da Voyager 2. Sua presença nas imagens da Voyager e sua identificação no contexto de imagens do Hubble mostram que ela integra a população observável de satélites internos de Netuno. Permanecem questões importantes sobre suas dimensões reais, composição, interior, superfície, estado rotacional e relação dinâmica específica com os anéis. As fontes fornecidas não contêm as medições necessárias para resolvê-las.
Dados essenciais
- Dado essencial
- interactive_moon
- Dado essencial
- neptune-despina
- Dado essencial
- 551
Grandezas físicas
- Diâmetro
- 148
- Grandeza
- 1.0304
- Grandeza
- 0.11673
Dados orbitais
Os valores indicam o período e a incerteza quando disponíveis. Esta vista não simula posições em tempo real.
- Semieixo maior
- 52500
- Parâmetro
- 0.334656
Datas e cronologia
- Ano histórico
- 1989
Fontes e referências
- Neptune Facts — NASA Science NASA Science
- Catálogo astronómico del visualizador Catálogo astronómico del visualizador
- Neptune NASA
- Neptune NASA
- 30 Years Ago: Voyager 2 Explores Neptune - NASA NASA
- Despina - NASA Science NASA
- APOD: 2014 January 16 - Despina, Moon of Neptune - NASA Science NASA
- APOD: 2009 September 3 - Despina, Moon of Neptune - NASA Science NASA
- APOD: 2009 September 3 - Despina, Moon of Neptune - NASA NASA
- APOD: 2014 January 16 - Despina, Moon of Neptune - NASA NASA
- Neptune's Dynamic Atmosphere - NASA Science NASA